A pedido de várias famílias....
Os actores tiveram um desempenho notável, e o João tem algum feeling para a função. Já analisámos o vídeo em aula, mas recomendo-vos que o voltem a visualizar com olhos de ver: o que está bem e o menos bem.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
O AFC e o relacionamento interpessoal - ATL rabino
Publicada por
Mario
segunda-feira, maio 25, 2009
domingo, 10 de maio de 2009
The Bucket List - Nunca é tarde demais
Publicada por
Paulo Lopes
domingo, maio 10, 2009
Quando duas pessoas de mundos completamente diferentes são diagnosticados com cancro e colocados no mesmo quarto de hospital, uma ligação é criada. Nesse momento vêm a saber que têm pouco tempo de vida e num acto de auto-identificação por parte de Carter Chambers (Morgan Freeman), cria uma lista de últimos desejos. Quando Edward Cole (Jack Nicholson) descobre essa lista, convence Carter a concretizar esses desejos antes que o tempo se esgote para os dois. Nunca é tarde demais é uma viagem sentimental que nos leva a pensar se algum dia podemos e teremos a coragem de realmente fazer aquilo que um dia sonhámos.
Mais uma vez, Jack Nicholson arranca aqui mais uma grande interpretação como só ele sabe. Por vezes consegue ofuscar um pouco Morgan Freeman, que está presente sempre ao longo da história com a sua postura calma e a sua voz sonante e pausada como só Freeman consegue fazer. Anteriormente, em Máximo 10 unidades (10 items or less ) nos tinha dado umas dicas como ler ou narrar. E agora, aqui em Nunca é tarde demais, volta a colocá-las em prática, narrando os eventos da história e os seus pensamentos. É um facto que é sempre um prazer ouvir a voz de Morgan Freeman por detrás de certas situações, mas aqui penso que não havia necessidade da sua personagem estar a relatar os eventos que antecederam à morte mais que prevista dos dois. Foi algo desnecessário e, de certa maneira, um pouco cliché.
Nunca é tarde demais não tenta ser pretencioso, dando-nos um drama de arrancar lágrimas ao espectador, mas tenta-nos 'suavizar' a dor com algum humor, muito por parte de Jack Nicholson, que aqui é o alívio cómico. Esse drama era todo esperado com uma premissa assim, mas aqui é nos dado um olhar optimista de um final de vida. Achei bastante interessante não optarem pela questão religiosa da história, onde por vezes é mencionada a fé, mas mesmo a personagem de Jack Nicholson não consegue perceber como é que uma pessoa consegue ter fé. O seu não-acreditar tira-nos fora dessa questão que é tão presente em filmes como este, o que não torna Nunca é tarde demais num filme pesado, mas sim fresco e fácil de visionar.
Talvez o que seja mais fácil de notar no que está fraco neste filme, é talvez a pós-produção e os seus blue/green screens, onde é perceptível o que é real e o que realmente não está lá. Podiam ter explorado melhor estes campos, ou darem outra volta a certas questões de fotografia e luz.
Nunca é tarde demais é recomendável a todos, pois tem dois formidáveis actores que não se precisam esforçar para nos dar duas interpretações conseguidas e bem executadas. E, acima de tudo, é uma história com um valor sentimental elevado que nos dá uma perspectiva de vida e amizade.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Redaxão ou Conpuzissão?
Publicada por
Mario
quinta-feira, abril 30, 2009
REDAXÃO: 'O PIPOL E A ESCOLA'
Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada Pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.
Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem Um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã? E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os Lesiades''s, q é um livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no Aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.
Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem Abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras Foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu Assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver??? O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço De otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de Xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um Gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?
Relacionamento com o utilizador/família/comunidade
Publicada por
Mario
quinta-feira, abril 30, 2009
No relacionamento com o cliente/utilizador, com a sua família e com a comunidade em que se actua, há que atender alguns aspectos importantes:
- Garantir o exercício de cidadania e o acesso aos direitos humanos dos clientes, p.ex. autonomia, privacidade, participação, confidencialidade, individualidade, dignidade, igualdade de oportunidades;
- Respeitar as diferenças de género, socio-económicas, religiosas, culturais, sexuais dos clientes e/ou pessoas próximas;
- Respeitar o projecto de vida definido por cada cliente, bem como os seus hábitos de vida, interesses, necessidades e expectativas;
- Transmitir e garantir aos clientes um clima de segurança afectiva, física e psíquica durante a sua permanência na Resposta Social;
- Estabelecer uma parceria e articulação estreita com o cliente e/ou pessoa(s) próxima(s), a fim de recolherem a informação necessária sobre as necessidades, expectativas, capacidades e competências;
- Desenvolver os cuidados ao nível da qualidade das relações que o cliente vai estabelecer com todos os intervenientes (colaboradores internos e externos, voluntários, entre outros), para que os clientes possuam segurança e sentimento de pertença, assim como se sintam valorizadas para aderir ao processo de cuidados. Este sentimento é sustentado pelo respeito mútuo e pelo desenvolvimento de relações afectivas humanas, calorosas e recíprocas entre o cliente e os intervenientes dos cuidados (colaboradores internos e externos, voluntários, outros);
- Compreender a individualidade e personalidade de cada cliente, para criar um ambiente que facilite a interacção, a criatividade e a resolução de problemas por parte destes. Só desta forma o cliente se pode sentir bem no âmbito dos cuidados prestados pela Resposta Social, i.e. se esses cuidados tiverem em conta a sua maneira de ser e estar, identidade, hábitos de vida, religião, cultura, condições de vida, entre outros aspectos.
Isto implica:
1. Pensar o cliente como um ser afectivo e activo, que, independentemente da idade ou situação de dependência, possui um projecto de vida e gosta de ser respeitado na sua maneira de ser e estar. Personalizar os serviços, afigura-se como um imperativo;
2. Dinamizar acções que proporcionem oportunidades para que o cliente possa comunicar os seus sentimentos e pensamento;
3. Criar um ambiente calmo, flexível e responsável que possa ser adaptado aos interesses e necessidades de cada cliente, promovendo o acesso a um leque de oportunidades de escolhas, que lhe permita continuar o seu desenvolvimento individual, de acordo com as suas expectativas.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Os idosos
Publicada por
Paulo Lopes
quarta-feira, abril 29, 2009
A velhice é um resultado dinâmico de um processo global de modificações progressivas e incessantes no funcionamento do organismo, fazendo com que o indivíduo tenha dificuldades em se adaptar ao meio ambiente e tornando-o consequentemente mais vulnerável às doenças.
Socialmente, a função da velhice é de lembrar e dar expressão às suas lembranças, sendo o papel da memória valorizado entre os mais velhos, pois suas lembranças constituem património colectivo, expresso e revivido permanentemente no contacto com novas gerações. Nossa sociedade consumista oferece pouca oportunidade ao idoso para exercitar e activar a lembrança. O ciclo permanente de produção e de consumo exige a destruição e o desaparecimento do que foi produzido no passado e a criação permanente de novas formas de produção e consumo, o material humano só interessa enquanto produz.
Os velhos que não têm poder económico dificilmente conseguem fazer valer seus direitos. O velho, incapaz de suprir a suas necessidades representa uma carga. Em nossa sociedade nada difere da ideia descrita por Simone de Beauvoir quando diz que: "(...)se os velhos manifestam os mesmos desejos, os mesmos sentimentos, as mesmas reivindicações que os jovens, eles escandalizam; neles, o amor, o ciúme parecem odiosos ou ridículos, a sexualidade repugnante, a violência irrisória. Devem dar o exemplo de todas as virtudes. Antes de tudo, exige-se deles a serenidade; afirma-se que possuem essa serenidade, o que autoriza o desinteresse por sua infelicidade. A imagem sublimada deles mesmos que lhes é proposta é a do Sábio aureolado de cabelos brancos, rico de experiência e venerável, que domina de muito alto a condição humana; se dela se afastam, caem no outro extremo: a imagem que se opõe à primeira é a do velho louco que caduca e delira e de quem as crianças zombam. De qualquer maneira, por sua virtude ou por sua abjecção, os velhos situam-se fora da humanidade. Pode-se, portanto, sem escrúpulo, recusar-lhes o mínimo julgado necessário para levar uma vida de homem."
A Biologia descreve algumas etapas que fazem parte do desenvolvimento humano como: concepção, desenvolvimento intra-uterino, nascimento, infância, adolescência, maturidade, velhice e morte. Cada etapa tem um desenvolvimento determinado por perdas ou ganhos em nossa qualidade de vida. "(...) a velhice aparece como uma desgraça: mesmo nas pessoas que consideramos conservadas, a decadência física que ela traz salta aos olhos. Pois a espécie humana é aquela em que as mudanças causadas pelos anos são as mais espectaculares. O indivíduo sofre as consequências de sua classe social, grupo profissional, cultural e outros factores, que podem encurtar ou prolongar sua vida, ou seja, de acordo com os recursos financeiros, sua profissão, a maneira como vive e cuida de sua saúde, seu corpo, etc. "
Tudo isso influi no processo da longevidade. O tempo decorrido desde o nascimento de um indivíduo até sua morte, chama-se idade cronológica. A idade social de uma pessoa, não coincide com sua idade cronológica, nem com sua idade biológica. Ela é determinada em função da sua vivência, educação e história de vida. Viver bem com sua própria idade e envelhecer tirando proveito do processo degenerativo de todas os órgãos de nosso corpo não é um processo muito fácil, porém, o que faz uma pessoa estar saudável ou não é a capacidade de seu organismo responder às necessidades do dia-a-dia independentemente de sua idade cronológica, biológica ou social.
Envelhecer é um processo que atinge o corpo todo. As alterações consideradas normais podem provocar desconforto e dificuldades para a vida diária, devendo, na medida do possível, serem minimizadas, pois o idoso normalmente está numa situação de perdas contínuas tais como: a perda de status em função da aposentadoria, maior frequência de doenças, declínio físico, etc.
domingo, 26 de abril de 2009
Idosos, mitos e estereótipos
Publicada por
Mario
domingo, abril 26, 2009
(Estereótipo, é uma imagem mental muito simplificada de alguma categoria de pessoas, instituições ou acontecimentos que é partilhada, nas suas características essenciais por um grande número de pessoas (Castro, 1999); dito de outra forma é um “chavão”, uma opinião feita, uma fórmula banal desprovida de qualquer originalidade, ou seja é uma “generalização” e simplificação de crenças acerca de um grupo de pessoas ou de objectos, podendo ser de natureza positiva ou negativa.)
São uma fonte de informação e formação de expectativas
Estereótipo na velhice => valorização social negativa da velhice/generalização social
Juízos/conotações negativas partilhados e/ ou atribuídos por:
• Os próprios idosos
• Pessoas de outras gerações
• Profissionais/cuidadores
Os mais velhos acreditam que a sociedade acha que são:
- (46,5%) doentes
- (46%) inactivos
- (45,5%) um incómodo
- (42%) tristes
MITO 1
A VELHICE COMEÇA AOS 65 ANOS
FACTO
A VELHICE NÃO COMEÇA NUMA IDADE CRONOLÓGICA UNIFORME, MAS SIM
VARIÁVEL E INDIVIDUALIZADA
MITO 2
O REFORMADO PASSOU A UMA FASE DE NÃO PRODUTIVIDADE
FACTO
A NÃO PRODUTIVIDADE PODE INTERPRETAR-SE DE DIVERSAS FORMAS, DEPENDENDO DAS CIRCUNSTÂNCIAS DE CADA INDIVÍDUO
MITO 3
PROGRESSIVO AFASTAMENTO DOS INTERESSES DA VIDA
FACTO
MUITAS PESSOAS NÃO SÓ CONTINUAM INTERESSADAS NOS DIVERSOS PLANOS SOCIAIS E FAMILIARES, COMO TAMBÉM É NESTA ETAPA QUE
PARTICIPAM AINDA MAIS
MITO 4
OS MAIS VELHOS ACHAM-SE MUITO LIMITADOS NAS SUAS APTIDÕES
FACTO
OS MAIS VELHOS TÊM MUITAS FACULDADES VITAIS
MITO 5
OS MAIS VELHOS SÃO INFLEXÍVEIS E INCAPAZES DE MUDAR E ADAPTAR-SE A NOVAS SITUAÇÕES
FACTO
MUITOS NÃO SÓ SÃO CAPAZES DE ADAPTAR-SE CONTINUAMENTE A NOVAS SITUAÇÕES, MAS ENSINAM-NOS ATRAVÉS DO SEU EXEMPLO
MITO 6
O ENVELHECIMENTO VEM ACOMPANHADO DA PERDA DE MEMÓRIA
FACTO
A PERDA DE MEMÓRIA PODE EXISTIR EM QUALQUER IDADE
MITO 7
O ENVELHECIMENTO É UMA ETAPA TOTALMENTE NEGATIVA
FACTO
O ENVELHECIMENTO É UMA ETAPA VITAL PECULIAR
MITO 8
O MAIS VELHO É CONSERVADOR E DEFENSOR DA TRADIÇÃO
FACTO
CADA PESSOA REFLECTE A ESSÊNCIA DA SUA PERSONALIDADE Á MEDIDA QUE CUMPRE OS SEUS ANOS
MITO 9
ENVELHECER IMPLICA TER QUE RENUNCIAR Á SEXUALIDADE
FACTO
COM A IDADE NÃO DESAPARECE A SEXUALIDADE
O mito é “uma construção do espírito que não se baseia na realidade” e por isso constitui uma representação simbólica. Pode ser também um conjunto de expressões feitas ou eufemismos, que mantemos relativamente aos idosos, por exemplo: “ela tem um ar jovem para a idade”, “idade de ouro”, etc…
Numa análise mais profunda percebemos que os mitos escondem muitas vezes uma certa hostilidade e quando utilizados em excesso, impedem o estabelecimento de contactos verdadeiros com os idosos. O que importa realçar neste estudo acerca dos “mitos” e dos “estereótipos” é o facto de estes estarem muitas vezes ligados ao desconhecimento do processo de envelhecimento, e poderem influenciar a forma como os indivíduos interagem com a pessoa idosa.
Por outro lado são causa de enorme perturbação nos idosos, uma vez que negam o seu processo de crescimento e os impedem de reconhecer as suas potencialidades, de procurar soluções precisas para os seus problemas e de encontrar medidas adequadas.
Ideias-chave a reter
• A velhice é uma parte do período vital com valores e gratificações próprias
• Não há fórmulas milagrosas nem remédios para a eterna juventude
• Chegar a esta etapa da vida pode ser interpretado como voltar a começar, a realizar projectos que noutra etapa da vida não se chegaram a concretizar
• A atitude que adoptamos ao olhar para esta etapa marcará a forma como a viveremos e a desfrutaremos
Prontos a servir
Queiram conhecer-nos
1ºCEF - AFC Escola Secundária Dr Solano de Abreu - Abrantes
Translator
Communication Tool from Get International Clients
Caminho: em frente!
Amigos do peito
Radio AFC
Janela Indiscreta
Diz que Disse
Nuvem Radioactiva
Arca Frigorífica
Quem vem, vem por bem
Etiquetas
- Abaixo de cão (1)
- Adolescência (3)
- Anarco-internacionalista (1)
- Assertividade (1)
- Boas notícias (10)
- Bocas (14)
- Bons Exemplos (9)
- Campeões (3)
- chave na mão (1)
- Cócós (1)
- Cotonete (4)
- Desabafo (4)
- Desafios (4)
- Eu é que sou lindo (1)
- Gestão do Comportamento (4)
- HSST (1)
- Idosos (4)
- Inspirações (7)
- Jornal do Incrível (1)
- Músicas (2)
- Nós e laços (1)
- O Eu o Nós e os Outros (2)
- Olhinhos (2)
- Pensamento do dia (1)
- Perfis (11)
- Pés-de-salsa (1)
- Problemas sociais (2)
- Relações (1)
- rir faz bem ao fígado (5)
- Sugestões (3)
- Tá tudo a acordar (3)
- Tonhinhos (1)
- Trocas e baldrocas (2)







